Marginal faz festa com as mil Caras do Pres. Zezinho

11 de outubro de 2010

O Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho, é um grande amigo da imprensa livre. Por isso, resolveu acrescentar mais uma publicação à generosa distribuição de revistas às escolas e professores paulistas.

O Presidente de Nascença ordenou ao seu muy amigo Geraldinho do Vale que distribua 1000 mil exemplares da revista Caras a cada escola pública da Locomotiva da Nação.

As mil Caras do Pres. Zezinho: os eleitores infantis paulistas estão felizes porque os filhos de suas empregadas vão poder ler as mesmas revistas que eles.

Não é sem motivo que o Maior dos Tribunos é o candidato dos meios de comunicação verdadeiramente comprometidos com a liberdade e a democracia. Sua trincheira é a mesma dos grandes empresários do jornalismo que, em 1964, apoiaram a Revolução Redentora que trouxe anos de paz, democracia e liberdade para o Brasil.

O Presidente de Nascença resolveu que as maravilhosas publicações desses grandes democratas são indispensáveis à formação dos filhos das classes subalternas e seus incompetentes professores.

O assessor para assuntos gráficos e pornográficos do Mais Capaz dos Homens Públicos, sr. Paulo R. Gates de Souza, já encaminhou a contratação da editora que fica à beira da Av. Marginal Serra, em S. Paulo.  Um grupo de bispos progressistas paulistas já deu o imprimatur.

O Pres. Zezinho (direita) tem grande respeito pelo chefe da famiglia da Marginal.


A famiglia que controla a editora que se instalou junto às marginais comemorou a operação das mil Caras do pres. Zezinho. Segundo o coprojornalista Augusto N. do Rego, um dos empregados da famiglia, as mil caras do pres. Zezinho vão fazer muito sucesso entre a chusma ansiosa pela verdade.

As mil Caras do Presidente de Nascença já estão disponíveis para quem quiser vê-las. Basta visitar uma escola pública paulista e conversar com seus professores e alunos.
Comentário da tia Carmela

QUADRILHA DA MARGINAL: UDN fez uma grande festa junina na Av. Marginal Serra para comemorar as mil Caras do pres. Zezinho

O Zezinho sempre gostou desse negócio de ter muitas caras. Quando ele era criança, na época de carnaval ele adorava aquelas máscaras de papel que o seu João vendia na banca de jornal na esquina da rua da Mooca com a Orville Derby. Eram umas máscaras de pirata, frankestein, macaco, palhaço, cachorro, essas coisas. Eram de papel grosso com um elástico para prender atrás da orelha, e vinham com uns furos no lugar do olho e da boca. Ele arrumava dinheiro e comprava um monte daquelas, e saía na rua trocando de máscara o tempo todo. Ele achava que as pessoas não reconheciam ele, mas todo mundo sabia que aquele moleque que trocava de cara o tempo todo era o Zezinho.

Link curto deste post:
http://wp.me/py9tu-1fT


Apagão: FHC exige providências de Serra

11 de novembro de 2009

Com a falta de energia na noite de ontem, o presidente empijamado FHC telefonou para o Presidente de Nascença, governador Zezinho, para reclamar providências.

maovela

Com pouca força e luz, campanha de Serra dependerá de velas em 2010.

Em sua residência, no fundo da Caverna do Ostracismo, FHC demonstrava estar muito irritado com a falta de luz por dois motivos: o mais banal era que fora obrigado a interromper sua leitura das obras completas de Fukuyama. A outra razão, mais profunda, era o despeito: se esse problema se tornasse permanente, nem isso teria mais como marca exclusiva de seu governo. Por que razão a posteridade me recordará?, resmungava o ex-intelectual.

Em seu telefonema ao Mais Preparado dos Brasileiros, FHC perguntou:

– Foi você que mandou fazer isso, Zé?

– Eu? O quê? Bem… Hã… Não, eu não mandei fazer nada!

– Tem certeza que não foi você que mandou cortar a luz?

– Eu nem sabia que está faltando luz! Estou em um jantar a luz de velas na Lapa, não percebi nada.

– Eu achei que tinha sido você, para ninguém reparar que a sua diferença para a Dilma caiu 8 pontos nas pesquisas, nem que você não consegue entregar as provas nas escolas.

O Fenômeno da Engenharia negou novamente. Então,  aquele que foi intelectual no século passado exigiu ação imediata da oposição sobre o corte de luz subperonista.

A primeira reação do Grande Engenheiro Pátrio foi propor a implantação imediata de pedágio nas linhas de transmissão de eletricidade que cortam o estado de S. Paulo. É só dar um telefonema pra Tejofran e eles põem as cabines rapidinho, disse o Patrimônio da Engenharia Nacional.

O ex-pensador discordou. Como um estratega das Termópilas, traçou os rumos da nova ação da oposição: ponha a culpa no Lula e na Dilma imediatamente.

Diálogos entre gênios são rápidos e dispensam muito palavrório. O Engenheiro Que Vai Recolocar o Brasil no Prumo de pronto compreendeu as inspiradoras palavras do Menem Brasileiro e partiu para  a ação.

Telefonou para sua analista econômica de estimação, sra. Miriam Cochonne, e encomendou-lhe catastrófica análise da situação. A sra. Miriam Cochonne gravou uma entrada na rádio afirmando que a política econômica de Lula era a responsável pela falta de energia, porque as classes C, D e E estavam comprando eletro-eletrônicos demais. Esta é a causa da isto sobrecarga das linhas de transmissão. Em sua fala, também criticou o crescimento de 10% do PIB anunciado para o terceiro trimestre deste ano: se o consumo dos pobres continuar crescendo desse jeito, o governo vai ter que acelerar a exploração do pré-sal para gerar mais energia. E entrevistou a tuiteira de estimação do Engenheiro-Padrão, que afirmou estar preocupada com o impacto do pré-sal no ambiente do  litoral norte de SP: “não vai mais dar para ficar na praia fumando um em paz…”

velas

A apostila a ser distribuída aos alunos das escolas públicas paulistas foi encomendada à Editora Abril.

O Maior dos Engenheiros também convocou seu secretário de Educação e Serviços Gráficos,  Paulo Renato Gates de Souza, para tomar providências. Imediatamente, o Novo Anísio Teixeira formulou uma proposta inovadora: implantar  nas escolas públicas a disciplina profissionalizante de fabricação de velas, substituindo matemática, considerada por ele inacessível e pouco útil aos alunos da rede pública. Com isso, os alunos poderiam ter uma atividade profissional lucrativa no vindouro governo do Predestinado à Presidência, quando a política de energia elétrica tenebrotucana for reimplantada. A assessoria oculta do Pedagogo do BID já trabalha na elaboração da cartilha sobre fabricação e usos adultos de velas decorativas.  Fontes da Praça da República informam que o intelectual Gilbertinho da Vila já mobilizou uma ONG de chefs e restauranteurs da Vila Madalena, que farão campanha  para venda das velas fabricadas pelas crianças remelentas da rede pública de ensino.

Comentário da tia Carmela: Antigamente faltava muita luz, lá na Móoca. A gente brincava: S. Paulo, cidade que me seduz, de dia falta água, de noite falta luz!  Água ainda falta, né?   Quando faltava luz o Zezinho se divertia. Ele tinha um vizinho, o Pedrinho, que sempre fazia estrepolia com ele nessas noites. Uma vez eles pegaram uma vassoura e um lençol branco e fizeram um fantasma. Saíram na rua assustando as pessoas que voltavam para casa no escuro. Teve uma senhora que passou mal e foi reclamar para a dona Serafina. Quando o pai chegou em casa, o Zezinho levou uma coça merecida…


Gov. Zezinho revoluciona a educação em SP com a banana dos feirantes

16 de setembro de 2009

A medida revolucionária do gov. Zezinho fez sucesso entre a gente bonita que frequenta o Litoral Norte

O Mais Preparado dos Brasileiros, o governador da Locomotiva Que Puxa a Nação Rumo ao Hemisfério Norte, mostra mais uma vez suas virtudes de estadista, capazes de superar o grande Rui Barbosa. Tal qual o Bom Baiano, O Maior Luminar da Economia Nacional preocupa-se com as grandes questões do Brasil e do estado que governa para passar o tempo enquanto não assume o lugar que é seu desde o Gênesis.

Assim, o Presidente de Nascença apercebeu-se de que a população paulista enfrentava, com a galhardia e gentileza dos bandeirantes, um terrível obstáculo ao desenvolvimento: a venda de banana em dúzias.  Em suas frequentes visitas às feiras-livres do bairro paulistano da Lapa, o Novo Churchill dos Trópicos condoeu-se, pois as donas-de-casa e os feirantes eram obrigados a realizar complexos cálculos matemáticos para comercializar meia dúzia de bananas.  Compadecido, chamou o Secretário de Educação da Microsoft e contou a triste saga enfrentada pelos paulistas. Travou-se o seguinte diálogo:

– Ilustre secretário, como resolver esse problema?

– Senhor governador e futuro presidente desta nação, infelizmente nosso sistema educacional não pode chegar a tanto. Veja, é preciso que os alunos aprendam o que é uma dúzia e que, além disso, aprendam a fazer a divisão de 12 por 2.

– É verdade, é uma operação difícil para os alunos da rede pública. Mas será que a Editora Abril não poderia ajudar-nos e fazer uma edição especial da revista Nova Escola? Afinal, demos 3,7 milhões para eles…

– Senhor governador e mais preparado dos brasileiros, o problema é que esse dinheiro era para outra coisa… Se pedirmos uma edição especial, vai dar sair mais caro.

– E a equipe que o Sr. montou em sua secretaria, ilustre secretário, não poderia fazer uma cartilha?

– Sinceramente, Sr. governador e Presidente de Nascença, temo que seja perigoso.  A última vez que mandei eles fazerem uma cartilha, eles puseram trechos de livros pornográficos para as crianças lerem.

Gratidão: Não há banana em SP que não vá votar no gov. Zezinho.

– É verdade. E o assunto agora é sugestivo, eles podem repetir o erro. Então o Sr. ilustre secretário não vê como fazer a população aprender a dividir 12 por 2?

– Não senhor. E, francamente, acho que a maioria nem precisa saber. Não vão usar para nada, mesmo. Quando o Sr. for presidente, eles nem mais vão ter emprego, poderão viver do Bolsa-Esmola.

– Está bem. Então vamos fazer diferente. Vamos proibir a venda de banana a dúzia. A partir de agora, banana só poderá ser vendida a quilo. Assim ninguém mais precisa fazer contas, a balança faz.

– Genial, senhor governador. Por isso é que o Sr. é o Mais Preparado dos Brasileiros!

Em seguida, o Diamante Moral que a Móoca Deu ao Mundo chamou seu secretário da Justiça e ordenou que ele fizesse e a assembléia bajulativa de SP aprovasse a lei 13.174/2009, que obriga a venda de banana em quilo no Estado.

Comentário da Tia Carmela: Quando era um menino já mais crescido, às vezes o Zezinho ia pro mercado ajudar o pai dele na banca de frutas. Mas ele não gostava muito de fazer contas e sempre reclamava de ter que contar nos dedos sempre que pediam meia dúzia de bananas. Uma vez ele falou para uma freguesa: leva uma dúzia porque meia dá mais trabalho. E o pai dele ralhou com ele e puxou a orelha na frente de todo mundo. O Zezinho ficou muito chateado, naquele dia…


Serra revoluciona a educação em SP com a banana dos feirantes

16 de setembro de 2009

O governador da Locomotiva Que Puxa a Nação Rumo ao Hemisfério Norte e Presidente de Nascença, J. Serra, mostra mais uma vez suas virtudes de estadista, capazes de superar o grande Rui Barbosa. Tal qual o Bom Baiano, O Maior Luminar da Economia Nacional preocupa-se com as grandes questões do Brasil e do estado que governa para passar o tempo enquanto não assume o lugar que é seu desde o Gênesis. Assim, apercebeu-se de que a população paulista enfrentava, com a galhardia e gentileza dos bandeirantes, um terrível obstáculo ao desenvolvimento: a venda de banana em dúzias.  Em suas frequentes visitas às feiras-livres do bairro paulistano da Lapa, o Novo Churchill dos Trópicos condoeu-se, pois as donas-de-casa e os feirantes eram obrigados a realizar complexos cálculos matemáticos para comercializar meia dúzia de bananas.  Compadecido, chamou o Secretário de Educação da Microsoft e contou a triste saga enfrentada pelos paulistas. Travou-se o seguinte diálogo:

– Ilustre secretário, como resolver esse problema?

– Senhor governador e futuro presidente desta nação, infelizmente nosso sistema educacional não pode chegar a tanto. Veja, é preciso que os alunos aprendam o que é uma dúzia e que, além disso, aprendam a fazer a divisão de 12 por 2.

– É verdade, é uma operação difícil para os alunos da rede pública. Mas será que a Editora Abril não poderia ajudar-nos e fazer uma edição especial da revista Nova Escola? Afinal, demos 3,7 milhões para eles…

– Senhor governador e mais preparado dos brasileiros, o problema é que esse dinheiro era para outra coisa… Se pedirmos uma edição especial, vai dar sair mais caro.

– E a equipe que o Sr. montou em sua secretaria, ilustre secretário, não poderia fazer uma cartilha?

– Sinceramente, Sr. governador e Presidente de Nascença, temo que seja perigoso.  A última vez que mandei eles fazerem uma cartilha, eles puseram trechos de livros pornográficos para as crianças lerem.

– É verdade. E o assunto agora é sugestivo, eles podem repetir o erro. Então o Sr. ilustre secretário não vê como fazer a população aprender a dividir 12 por 2?

– Não senhor. E, francamente, acho que a maioria nem precisa saber. Não vão usar para nada, mesmo. Quando o Sr. for presidente, eles nem mais vão ter emprego, poderão viver do Bolsa-Esmola.

– Está bem. Então vamos fazer diferente. Vamos proibir a venda de banana a dúzia. A partir de agora, banana só poderá ser vendida a quilo. Assim ninguém mais precisa fazer contas, a balança faz.

– Genial, senhor governador. Por isso é que o Sr. é o Mais Preparado dos Brasileiros!

Em seguida, o Diamante Moral que a Móoca Deu ao Mundo chamou seu secretário da Justiça e ordenou que ele fizesse e a assembléia bajulativa de SP aprovasse a lei 13.174/2009, que obriga a venda de banana em quilo no Estado.

Comentário da Tia Carmela: Quando era um menino já mais crescido, às vezes o Zezinho ia pro mercado ajudar o pai dele na banca de frutas. Mas ele não gostava muito de fazer contas e sempre reclamava de ter que contar nos dedos sempre que pediam meia dúzia de bananas. Uma vez ele falou para uma freguesa: leva uma dúzia porque meia dá mais trabalho. E o pai dele ralhou com ele e puxou a orelha na frente de todo mundo. O Zezinho ficou muito chateado, naquele dia…


Chegaram as Palavras Cruzadas Tucanas

14 de setembro de 2009

Minha tia Carmela gosta muito de fazer palavras cruzadas. Todo domingo, quando vou visitá-la,  pede para eu levar umas revistas de palavras cruzadas. Nesta semana resolvi dar um presente especial para ela: umas palavras cruzadas tucanas, para ajudá-la a conhecer melhor o partido dos iluminados, dos sábios absolutos que nasceram com direito divino de governar o Brasil. Não é sem motivo que o Maior dos Filhos da Paulicéia filiou-se a este partido.

Clique aqui para fazer as palavras cruzadas, edição 1. Divirta-se!  O primeiro que deixar um comentário no blog com as respostas ganha uma foto do Presidente de Nascença.

E mandem sugestões de temas para colocarmos nas próximas edições.

Comentário da Tia Carmela: Nossa, que gente esquisita, essa daí!… Acho que a finada Dona Serafina não ia gostar de ver o Zezinho andando com eles… Já bastou o desgosto que deu quando começou a andar com aquela estudantada, nos tempos da Politécnica. Teve até que fugir do Brasil e a Dona Serafina chorou muito, coitada!…


O cliente VIP da editora Abril

28 de agosto de 2009

O Mais Preparado de Todos os Seres Viventes, o governador José Serra, segue firme em sua prática de ajudar a sustentar a editora Abril. Para isso, mais uma vez repetiu a prática de comprar milhares de publicações da editora sem licitação. Mandou comprar mais 500 mil exemplares de uma publicação, entre outros encalhes da Abril.

Sempre é bom lembrar: a Abril é dona da Revista Mais Vendida do Brasil, a Veja, aquela que até os moradores de rua desprezam e põem fogo nela.

Veja mais em post do Conversa Afiada reproduzindo o NaMaria.

Comentário da Tia Carmela: A Abril não é a editora do Pato Donald? Pois é, o Zezinho, quando era criança lá na Móoca, vivia choramingando porque o pai dele não dava dinheiro para comprar o gibi do Pato Donald pra ele ler as historinhas do Tio Patinhas. Um dia lembro dele falando: quando eu crescer vou ter dinheiro para comprar todos os gibis do Pato Donald do mundo! Vai ver que agora quer comprar toda a editora!…


O mensalão da Abril

13 de junho de 2009

Serra descobriu a solução para a educação pública no estado de SP, que em 16 anos a PSDB-UDN só conseguiu piorar. Basta dar R$ 3,7 milhões para a Fundação Victor Civita (do Grupo Abril).

O homem mais preparado para levar o Brasil para o buraco comprou  220 mil assinaturas da revista Nova Escola, através de contrato sem licitação.  Cada professor receberá sua revista em casa e ficará tão sabido, ao lê-la no banheiro, que no dia seguinte a escola pública já será outra…

O Ministério Público abriu investigação. Se seguir o hábito, não dará em nada. Mas vale para registro das irregularidades, apontadas no blog Vi o Mundo:
– A Secretaria da Educação desconsiderou a existência de outras publicações da área, beneficiando a editora Abril.

– O governo Serra não consultou os professores e passou para a fundação privada os endereços pessoais dos professores, sem qualquer comunicado ou pedido de autorização. Isso fere a constituição federal, pois dados cadastrais pessoais não podem ser repassados a terceiros sem autorização da pessoa.

– Além disso, se a assinatura é para fins profissionais, porque não informar o endereço de trabalho do professor? O governo de São Paulo pagará horas de jornada extra ao professor pela leitura do material profissional em casa?

– Qual a prioridade deste material, neste valor, no contexto dos investimentos em educação, e diante de outras carências e pauta de reivindicação dos educadores?

Tanta genialidade dispensa comentários…

Aguardamos  a reportagem da Veja fazendo um raio X das mazelas da educação em São Paulo…

Comentário da Tia Carmela: O menino Zezinho sempre gostou dessas revistas de estorinhas da editora abril. Lembro que, quando era criança, na Móoca, ele ia na banca do seu Nicola e ficava lendo as revistinhas do Pato Donald e do Tio Patinhas. Ele lia as histórias e depois contava para as outras crianças, dizendo que era tudo verdade. E não é que tinha uns que acreditavam nele?