Monica desaparece junto com assessor afrodescendente do pres. Zezinho

24 de outubro de 2010

Mônica foi caçar assassinos de criancinhas em local desconhecido.

O Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho, sofreu duas baixas significativas em sua campanha já vitoriosa.

Neste sábado, ao acordar, o Presidente de Nascença foi informado por assessores de que Mônica não estava em casa, tendo desaparecido de forma misteriosa durante a noite. Há décadas a simpática Mônica tem acompanhado o Mais Família dos Brasileiros em suas lutas diárias pela verdade e a democracia.

Para completar, na mesma ocasião, o Mais Competente dos Gestores foi comunicado de que Paulo, seu assessor afrodescendente para assuntos clepto-rodoviários também havia desaparecido para paradeiro incerto e não sabido.

As notícias causaram grande comoção na campanha do Almirante do Tietê. Preocupados com o impacto da dupla tragédia sobre o humor do Mais Meigo dos Políticos, diversos jornalistas de programa trataram de desnoticiar o fato. O premiado comentarista da casa da luz vermelha jornalística, sr. Merdoval Pedreira, rapidamente publicou em sua coluna que o sumiço de Mônica e Paulo afrodescendente era uma notícia totalmente descabida.

Com o tempo, certas amizades viram só um retrato na parede.

Desesperado, Mais Perfeito dos Filhos da Mooca telefonou para a Caverna do Ostracismo, fundos, e convocou Itagiba (PSDB-RJ), sua araponga de estimação. O pássaro xereta (Canalhus itagibus) saiu em busca de novidades junto a seus contatos do submundo político. Ao retornar, teria comentado com amigos: agora o pres. Zezinho tem mais uma razão, além das 4 milhões originais, para estar decepcionado com seu antigo assessor afrodescendente…

Segundo fontes da Caverna do Ostracismo, fundos, não seria coincidência terem desaparecido no mesmo dia a simpática Mônica e o afrodescendente de 4 milhões de motivos para não ser abandonado no meio do caminho.

Comentário da tia Carmela

QUADRILHA: UDN já prepara uma festa junina para o retorno dos dois.

O Zezinho sempre gostou de sumiço. Quando ele e a turma dele aprontavam alguma arte mais pesada e a coisa ficava difícil pro lado deles, o Zezinho costumava mandar os moleques sumirem uns dias da escola ou da rua, pra não serem castigados. Mas uma vez ele se deu mal. Ele e seus moleques tinham rabiscado nas paredes da escola um monte de palavrões falando de um menino de outra turma que tinha brigado com eles. Aí o Zezinho falou pros moleques faltarem na escola no dia seguinte. O plano dele era ir à escola e, quando a diretora perguntasse quem tinha feito aquilo, ele diria que não foi ele, devia ter sido os moleques que faltaram, pois se tinham faltado era porque tinham culpa. Só que se deu mal. Um dos moleques não conseguiu faltar a escola, pois a mãe não acreditou na história de que estava passando mal. Quando esse moleque viu que o Zezinho ia dedar todo mundo para sair de bonzinho, dedou o Zezinho primeiro…



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