Energia: São Paulo colhe os frutos da gestão estupenda do pres. Zezinho

14 de junho de 2011

Os eleitores infantis paulistas ainda se surpreendem com tanta capacidade gerencial da UDN.

Em sua gestão no governo da Locomotiva da Nação, o Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro pres. Zezinho, deixou um rastro de competência gerencial tão grande e brilhante como a Via Láctea.

Graças à clareza da visão do Presidente de Nascença, o estado de S. Paulo hoje conta com um programa inovador de economia de energia.

Modesto, o Maior dos Filhos da Mooca sempre evitou dar publicidade aos seus feitos. Assim, somente agora a população agradecida tomou conhecimento de outra de suas  luminosas criações: a ARSESP – Apagões Reunidos do Estado de São Paulo, importante agência reguladora criada pelo Almirante do Tietê em 2007 (Lei Complementar 1025).

Quando há problemas no fornecimento de energia, a ARSESP procura implacavelmente os culpados.

Recentemente, uma maravilhosa amostra da capacidade da ARSESP – Apagões Reunidos do Estado de São Paulo, foi dada em vários bairros da capital e municípios da região metropolitana, que ficaram sem luz por vários dias, gerando uma economia de milhares de kilowatts que gerou manifestações entusiasmadas da população.

Como todas as agências reguladoras criada graças à energia dos governos da UDN, esta também tem como objetivo principal garantir a lucratividade das empresas concessionárias dos serviços públicos, dando-lhes liberdade para agir sem interferência e, com isso, trazer o  enriquecimento de seus donos, essencial para o progresso da nação.

Não é sem motivos que os eleitores infantis paulistas, agradecidos ao Presidente de Nascença, só se referem à era iluminada de seu saudoso governo como Os Anos Mais Felizes de Nossas Vidas.

QUADRILHA: A UDN gosta de festa junina com lampião.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre se divertiu com falta de luz. Quando ele era criança, na Mooca sempre acabava a força. Ele, então, saía na rua com aquele bando de moleques arruaceiros que andava com ele e assustava os pobres coitados que estavam voltando pra casa no escuro. Ãs vezes dava errado, e eles acabavam levando uns tabefes merecidos da vítima…