Brasília: Justiça em desespero com falta de gaveteiros no mercado

12 de dezembro de 2013
ZELO: Certas gavetas a UDN não deixa faltar.

ZELO: Certas gavetas a UDN não deixa faltar.

Sempre atento ao desempenho da economia brasileira, o Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro pres. Zezinho, está preocupado com mais uma aterrorizante notícia gerada pela incompetência do governo da usurpadora do planalto.

O motivo da insônia do Presidente de Nascença é a terrível escassez de gaveteiros no país, especialmente na Capital Federal.

Segundo o futuro Prêmio Nobel de Economia, o jornalista de programa C.A. Merdenberg, a falta de gaveteiros não é nova no Brasil. Na verdade, o produto sempre foi muito consumido no país, e, em momentos de pico, sempre ocorre alguma escassez. Mas, nos últimos anos, graças à desastrosa política econômica, o problema agravou-se.

O mercado já vinha, há cerca de vinte anos, sendo muito pressionado pela grande procura do produto no estado de São Paulo. O Ministério Público do estado (MPSDB-SP), o Judiciário e o Legislativo anualmente gastam milhões para aquisição de novos gaveteiros para engavetar inquéritos, processos e pedidos de CPI.

Só a compra de gaveteiros para engavetar as indevidas, injustas e mentirosas denúncias da Siemens (PT-Alemanha) sobre o metrô tem consumido praticamente toda a produção nacional.

Para alívio da situação, o Brasil tem podido importar gaveteiros da Suiça e Alemanha, países cuja justiça consome menos gaveteiros que o Brasil. Mas essa medida está muito aquém de resolver a dramática situação.

O líder da UDN no MPF-SP, Rodriguinho Boca de Gaveta, foi convocado para ajudar o simpático JB a engavetar a papelada.

TRABALHO PARA GENTE GRANDIS: O líder da UDN no MPF-SP, Rodriguinho Boca de Gaveta, foi convocado para ajudar o simpático JB a engavetar a papelada.

Riscos para a Justiça
A atual crise é muito séria, pois afeta o desempenho da justiça brasileira, a maior consumidora de gaveteiros do país.

O quadro desesperador deve agravar-se com a recente decisão da Justiça Federal de São Paulo de encaminhar um volumosíssimo processo para o STUDN (Supremo Tribunal da UDN), por não ter mais como mantê-lo engavetado. Ao saber do fato, o simpático JB confidenciou a seu amigo Tancredo Neves que não haveria lugar para engavetá-lo, pois muitos gaveteiros foram utilizados para acomodar o processo  2474. Consta que o Faraó das Alterosas deu uma fungada comemorativa e comentou: isso não é problema meu…

Preocupado, o presidente do  STUDN, Min. Merdoval Pedreira, escreveu uma nota baixa no jornal da famiglia do Dr. Roberto, acusando a usurpadora do planalto pela falta de gaveteiros.

Sempre zeloso dos valores democráticos e do Estado de Direito, o notável homem de letras garranchentas avisou: a escassez de gaveteiros traz o terrível risco de ter que fazer a justiça cumprir seu papel, obrigando juízes e promotores a analisar processos e ter que dar andamento, por falta de locais apropriados para seu devido engavetamento.

QUADRILHA: A ala jurídica da UDN está trabalhando duro  para conseguir engavetar tudinho a tempo de não prejudicar a dança na festa junina.

QUADRILHA: A ala jurídica da UDN está trabalhando duro para conseguir engavetar tudinho a tempo de não prejudicar a dança na festa junina de 2014.

Comentário da tia Carmela
Quando o Zezinho já estava no Ginásio, na Mooca, uma vez dedaram umas artes muito feias que ele andou aprontando com a turminha dele. Eles tinham inventado um passeio da classe deles para o Jardim da Luz. Eles iam pegar o trem na Estação da Mooca para descer na Estação da Luz. O Zezinho mandou os moleques da turma dele recolherem dinheiro da classe toda, para pagar o trem. Só que, no dia do passeio, que eu lembro que era um sábado, a criançada apareceu na estação para pegar o trem, mas nada do Zezinho e dos moleques aparecerem com o dinheiro. O passeio acabou não acontecendo.
A diretora da escola resolveu fazer uma investigação. Só que o Zezinho mandou dois moleques da turma, o Rodriguinho e o João Batista, entrarem escondidos na diretoria e dar um sumiço nos papéis da investigação que a diretora estava fazendo. Os dois entraram escondido na sala, pegaram os papéis e esconderam no fundo de uma gaveta do arquivo morto da secretaria, onde nunca ninguém ia achar. O azar do Zezinho foi que os pais das crianças estavam muito zangados e a diretora mandou revirar a escola toda, e acabou achando os papéis. O Zezinho e sua turma de moleques ganharam uma bela suspensão. Menos o João Batista e o Rodriguinho, que disseram que não tinham nada com aquilo  e ainda ganharam elogio da diretora por não ter participado da coisa…

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Energia: São Paulo colhe os frutos da gestão estupenda do pres. Zezinho

14 de junho de 2011

Os eleitores infantis paulistas ainda se surpreendem com tanta capacidade gerencial da UDN.

Em sua gestão no governo da Locomotiva da Nação, o Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro pres. Zezinho, deixou um rastro de competência gerencial tão grande e brilhante como a Via Láctea.

Graças à clareza da visão do Presidente de Nascença, o estado de S. Paulo hoje conta com um programa inovador de economia de energia.

Modesto, o Maior dos Filhos da Mooca sempre evitou dar publicidade aos seus feitos. Assim, somente agora a população agradecida tomou conhecimento de outra de suas  luminosas criações: a ARSESP – Apagões Reunidos do Estado de São Paulo, importante agência reguladora criada pelo Almirante do Tietê em 2007 (Lei Complementar 1025).

Quando há problemas no fornecimento de energia, a ARSESP procura implacavelmente os culpados.

Recentemente, uma maravilhosa amostra da capacidade da ARSESP – Apagões Reunidos do Estado de São Paulo, foi dada em vários bairros da capital e municípios da região metropolitana, que ficaram sem luz por vários dias, gerando uma economia de milhares de kilowatts que gerou manifestações entusiasmadas da população.

Como todas as agências reguladoras criada graças à energia dos governos da UDN, esta também tem como objetivo principal garantir a lucratividade das empresas concessionárias dos serviços públicos, dando-lhes liberdade para agir sem interferência e, com isso, trazer o  enriquecimento de seus donos, essencial para o progresso da nação.

Não é sem motivos que os eleitores infantis paulistas, agradecidos ao Presidente de Nascença, só se referem à era iluminada de seu saudoso governo como Os Anos Mais Felizes de Nossas Vidas.

QUADRILHA: A UDN gosta de festa junina com lampião.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre se divertiu com falta de luz. Quando ele era criança, na Mooca sempre acabava a força. Ele, então, saía na rua com aquele bando de moleques arruaceiros que andava com ele e assustava os pobres coitados que estavam voltando pra casa no escuro. Ãs vezes dava errado, e eles acabavam levando uns tabefes merecidos da vítima…


Dia do Professor: Pres. Zezinho faz homenagem cheia de ternura

15 de outubro de 2010

Professores de SP acham que estão ganhando bem demais.

O Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho, é um grande entusiasta da educação. Sua passagem pelo governo do estado e sua meteórica estada na prefeitura  contribuíram decisivamente para a educação pública paulista ter nível de primeiro mundo.

O Presidente de Nascença sabe que não se faz boa educação sem valorizar os professores. Nenhum governo paulista fez mais pelos educadores públicos do que o governo do Maior dos Educadores Brasileiros, naquele período que os paulistas chamam de “Os Anos Mais Felizes de Nossas Vidas“.

Neste Dia do Professor, o Mais Competente dos Homens Públicos resolveu preparar uma meiga homenagem aos professores. Em seu  horário eleitoral gratuito apresentará um programa especial com imagens selecionadas que mostram seu grande amor pelos mestres.

Adiantamos em primeira mão algumas dessas imagens:

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Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre gostou de aprontar com as professoras dele. Teve uma professora, a dona Neide, que ele tirou do sério uma vez. Como ela tinha dado uma nota baixa pra ele, o Zezinho mandou o Reinaldinho Cabeção escrever numas folhas de papel que a dona Neide tinha um caso com a diretora da escola. Escondidos, eles espalharam pela escola toda as tais folhas. Foi um escândalo, naquele tempo esse negócio de mulher com mulher nem se podia comentar. Só que a dona Neide reconheceu a letra do Reinaldinho Cabeção, que tomou uma suspensão de uma semana, mas não dedou o Zezinho. Que, mais uma vez, escapou ileso…

 


Geraldinho do Vale: Distribuição de Veja nos presídios fortalece autogestão prisional

15 de setembro de 2010

Geraldinho do Vale abençoou a decisão do pres. Zezinho.

O Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro pres. Zezinho, mais uma vez tomou uma decisão que vai mudar o Brasil. Não é sem motivos que o povo brasileiro em uníssono grita seu nome.

A aquisição e distribuição de assinaturas da revista Veja para todos os presídios e cadeias do Brasil tem garantido ao Presidente de Nascença elogios vindos de toda parte.

O segundo melhor governador paulista de todos os tempos, Geraldinho do Vale, enalteceu a decisão do pres. Zezinho. O  cucurbitáceo disse que a medida vai fortalecer a auto-gestão nos presídios.

Esse revolucionário choque de gestão prisional foi implantado por ele e aperfeiçoada pelo Defensor Perpétuo de Higienópolis durante o tempo faustoso em que sabiamente governou a locomotiva da Nação (período conhecido entre os paulistas como “Os Anos Mais Felizes de Nossas Vidas“).

A autogestão prisional da dupla Zezinho-Geraldinho também permitiu aos detentos o acesso ao direito à comunicação.

O grande líder da autogestão penitenciária paulista, sr. Marcos Camacho, concordou com o sr. Geraldinho do Vale, seu antigo parceiro nas negociações que culminaram na autogestão prisional:  “eu gosto muito de ler, então é bom todo mundo gostar”.

Entusiasta de primeira hora da medida, o sr. Marcos ordenou que o comércio distribuísse cerveja grátis e um  foguetório fosse providenciado em várias localidades do estado.

A OAPCC (Organização dos Adevogados do PCC) também saudou a medida: “adevogado não é jornaleiro, estamos cansados de carregar peso para entregar a revista aos nossos clientes”, disse a lida da prestigiosa corporação de adevogados.

Reinaldinho Cabeção e a seu clone, a lacraia Dioguinho, deram pulinhos de alegria.

Reinaldinho Cabeção e a seu clone, a lacraia Dioguinho, deram pulinhos de alegria.

No meio jornalístico a repercussão foi a melhor possível. Vários repórteres de programa do jornal mais vendido de São Paulo e do jornal mais vendido do Rio de Janeiro foram pedir emprego na prestigiosa editora que se encontra junto a marginais.

Reinaldinho Cabeção  e a a lacraia de estimação do pres. Zezinho ficaram exultantes com a notícia. “É muito bom ver nosso trabalho ser apreciado e reconhecido pelos leitores mais esclarecidos”, declarou o precoce invertebrado moral.

Engenheiros consultados informaram que não há perigo de entupimento dos esgotos dos presídios, pois a revista desce bem pelos caminhos cloacais.

Comentário da tia Carmela

QUADRILHA: UDN fez uma festa junina com fogos de artifício e dança para comemorar mais este contrato da editora da marginal.

QUADRILHA: UDN fez uma festa junina com fogos de artifício e dança para comemorar mais este contrato da editora da marginal.

O Zezinho sempre gostou de distribuir porcaria. Uma vez, ele começou a juntar papel de bala de eucalipto.  Cada vez que chupava uma bala, ele guardava o papel.A mãe dele perguntou para que era aquilo e ele disse que estava guardando para fazer um trabalho de educação artística na escola. A coitada da mãe dele, uma senhora muito bondosa, acreditou, porque era um papel prateado, bonito. Quando o Zezinho já tinha vários papéis guardados, ele embrulhou uma lacraia da sua criação em cada um dos papéis de bala e levou para a escola. Na hora do recreio, chamou a molecada e disse: “hoje eu trouxe bala pra todo mundo”. As crianças foram logo pra cima dele, e ele distribuiu uma falsa bala para cada um. Daí foi uma gritaria danada, uma menina até desmaiou. O Zezinho, claro, disse que não foi ele, e pôs a culpa em outro moleque.


Cachorro-Lagosta confirma presença na festa do retorno do pres. Zezinho à prefeitura

9 de agosto de 2010

Os eleitores da UDN paulistana já alugaram o Buffet Millenium para a festa.

DA REDAÇÃO, COM CONTRIBUIÇÃO DO ENVIADO ESPECIAL A SP, GENNARO MACARRONE: A anunciada volta à Alcadia paulistana do Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro prefeito Zezinho, criou um clima de festa e excitação em toda a capital do povo paulista.

Por toda parte, as pessoas bonitas da metrópole paulistana organizam festejos e gritam vivas ao retorno do Presidente de Nascença ao governo da Regens Urbs  da nação, após vencer a eleição de 2012.
Os paulistanos, nunca suficientemente gratos por tudo de bom que o Presidente de Nascença fez por sua cidade no governo estadual e na sua meteórica passagem pelo edifício Matarazzo, já preparam a festa da posse, que poderá fugir da tradição, vindo a ocorrer não na sede da Prefeitura, mas na mansão de João Dória Jr.
Ansiosos por demonstrar sua gratidão e felicidade, muitos querem dar presentes ao Defensor Perpétuo de São Paulo. Os moradores dos Jardins Europa e América preparam estátua equestre do prefeito Zezinho a ser inaugurada por ele mesmo.

Disputa acirrada: Os maiores jornalistas brasileiros afirmam que será uma honra ser a parte de baixo da estátua equestre do Almirante do Tietê.

Um dos pontos altos das festividades será a manifestação preparada pela Associação das Senhoras da Rebouças. O importante grupo de pressão e sagaz fiscal das peruadas de Dona Marta vai celebrar o Retorno do Melhor dos Prefeitos Paulistanos com um vassouraço coletivo na avenida.

O vassouraço da Rebouças inspira-se na Lavagem nas Escadarias de Nosso Senhor do Bonfim. A alusão à festividade da terra do acarajé não é gratuita. Foi sugerida pelo mini-deputado Efebo (UDN-BA):  “Nosso Senhor combina com o Presidente de Nascença”, teria dito o folclórico microdeputado da UDN.
Cachorro-Lagosta apóia
Até mesmo o Cachorro-Lagosta resignou-se e declarou que também comparecerá à cerimônia da re-posse do futuro prefeito Zezinho. A excitação dos eleitores infantis paulistas parece tê-lo feito esquecer sua substituição por outro quadrúpede na vaga de candidato a vice.

O Cachorro-Lagosta deixou o orgulho de lado e decidiu apoiar quem nasceu para vencer.

Suas declarações demonstram que se convenceu de que a mudança foi pelo bem da Nação. “Eu não sei nada desses negócios de FARCs. Se o Cacique Merendinha foi escolhido como pet-vice  pelo pres. Zezinho, é por causa de sua imensa capacidade de falar coisas certas e bonitas”, disse o Cachorro-Lagosta.

Em entrevista concedida ao jornalista Carlos A. Merdenberg, o importante líder udenocanino afirmou que superou a mágoa:”Quando me disseram que o Mais Competente dos Gestores reassumiria a Prefeitura, pensei em estragar a festa, fazer xixi no buffet, ou algo assim. Mas percebi que isso só me traria mais problemas, e eu acabaria indo parar na carrocinha. Então engoli o orgulho e decidi aderir.”
Mesmo entre aqueles que não fazem parte da gente bonita que vai ao Shopping Iguatemi a empolgação é visível.
Os trabalhadores mais humildes, centro das preocupações do Mais Trabalhador dos Paulistas, também planejam homenagens: os feirantes, por exemplo, tratados a pão-de-ló pelo prefeito-esquenta-banco, levarão o que têm. Na sua simplicidade comovente,  preparam oferendas de tomates, ovos, bananas vendidas a quilo  e outros gêneros alimentícios.

Convicção: Os tomates estão dispostos a tudo.

Caso não possam, no dia da posse, chegar próximo do Suprassumo da Competência – pois a imensa e exultante multidão que comparecerá neste dia deverá prejudicar a circulação – os nobres comerciantes arremessarão as oferendas de onde estiverem, para não perderem a viagem. Deverão, a todo custo, atestar publicamente o apreço pelo Duce da Mooca , e sua gratidão ao Todo-Poderoso (no caso, o prefeito Zezinho), coisa que todos nós deveríamos fazer.

Comentário da tia Carmela
O Zezinho sempre gostou de  homenagem. Quando era criança, uma vez ele inventou que queria uma estátua dele para homenageá-lo. Mandou o Reinaldinho Cabeção arrumar uma, mas ele não conseguiu ninguém que fizesse uma estátua do Zezinho. Então o o Zezinho falou pro Reinaldinho Cabeção: então você vai ser o cavalo da estátua equestre em minha homenagem. Fez o moleque ficar de quadro e sentou de cavalinho em cima dele, a tarde inteira, segurando uma espada de madeira. Quando o Reinaldinho Cabeção se mexia, levava uma pancada com a espada…

Volta do pres. Zezinho à prefeitura anima paulistanos

4 de agosto de 2010

A sra. Soninha Copélia quer reviver os bons tempos de upload e download no Edifício Matarazzo.

DA REDAÇÃO, COM CONTRIBUIÇÃO DO ENVIADO ESPECIAL A SP, GENNARO MACARRONE: Os rumores cada vez mais fortes sobre a possível volta do Mais Preparado dos Brasileiros, o ex-prefeito Zezinho, o Breve, ao comando da prefeitura paulistana têm gerado um clima de excitação como nunca visto na pujante Locomotiva da Nação.

Os animadores resultados das pesquisas eleitorais aumentam a perspectiva de que o Presidente de Nascença eleja-se prefeito em 2012. Isto trouxe um ar mais alegre aos sempre sérios paulistanos que caminham apressados pela Av. Paulista. Executivos, profissionais do mercado financeiro, secretárias, estudantes, todos trazem agora na face um sorriso discreto, mas confiante.
A alegria é contagiante em toda parte onde vive a gente bonita da New York dos trópicos.
Na Lapa, a seção local da UDN, comandada pela ciclonudista Soninha Copélia, está em animada polvorosa. Já foi dada a largada para a organização da festa: centenas de lambreteiras nuas desfilarão num espetáculo de beleza e sensualidade.
enquanto ao resto do Brasil estão reservadas as agruras do petismo atroz da usurpadora-mirim do planalto, os paulistanos flanarão em céu-de-brigadeiro, sob a liderança do Menino da Mooca, autêntico filho da paulistandade modernista.

Enquanto ao resto do Brasil estão reservadas as agruras do petismo atroz da usurpadora-mirim do planalto, os paulistanos flanarão em céu-de-brigadeiro, sob a liderança do Menino da Mooca, autêntico filho da paulistanidade modernista.

O clima em Higienópolis também é de regozijo. Ao tomar conhecimento da alvissareira notícia, moradores promoveram espontânea carreata no último domingo.

Empresas de segurança e limpeza foram contratadas pela associação do bairro e trataram de remover os empecilhos humanos que costumam atrapalhar os pedestres na Praça Buenos Aires. Segundo  lideranças higienopolitanas, essa é uma contribuição à  agenda embelezadora da cidade iniciada e a ser continuada pelo Almirante do Tietê, com seu reconhecido zêlo pela ordem.

Na Mooca e no Bexiga, as cantinas  preparam massas aromáticas para comemorar a volta do filho predileto, conhecido por suas garfadas certeiras e gulosas.

A nova cadeira do Presidente de Nascença ainda guarda bóstons e fódons de sabedoria das nádegas de FHC.

O pitta de  estimação do Mais Competente de Todos os Brasileiros, Gilbertinho K., mostra-se também ansioso: “Gostei muito quando ele me passou o bastão; agora, é minha vez de retribuir: será  uma honra para minhas nádegas terem esquentado a cadeira para a volta do Maior de Todos os Gestores”.

O ex-sábio FHC, de seu refúgio na Caverna do Ostracismo, fundos, mandou dizer que aquela  cadeira é muito importante porque também ele ali sentou-se, deixando partículas quânticasde genialidade (bóstons e fódons) que até hoje inspiram os seus ocupantes, exceto uma perua vermelha, cujas nádegas botoxizadas não souberam aproveitar a iluminação genial da cadeira perpétua do Mais Moquense dos Prefeitos.

QUADRILHA: A UDN organizou uma bela festa junina para comemorar a volta do pref. Zezinho.

As colunas sociais também soltam foguetes: “Serra é de São Paulo, e só nosso”, escreveu Cesar Eggnobbi.

“Dizem as bem-informadas fontes que somente FHC consegue obter um índice de popularidade tão alto quanto o de Serra. Sorte de nós, paulistanos.”, informou uma outra jornalista chamada Soninha,  na edição de ontem do Estado Bandeirante.
Comentário da tia Carmela
O Zezinho sempre gostou que organizassem festa e dessem presente quando ele ficava triste. Uma vez, ele não conseguiu ser escolhido para ler a Homenagem ao Soldado Constitucionalista, na festa de Nove de Julho da escola, e voltou chorando pra casa. Quando chegou, disse para a mãe: “Eu quero uma festa de aniversário”. A mãe dele, sempre tão paciente, coitada, disse que o aniversário dele já tinha passado,  agora só no ano seguinte. Mas o Zezinho começou a gritar e espernear: “Eu já disse que quero uma festa de aniversário, e agora! Com presente e tudo!” A mãe dele não teve o que fazer, mandou o Reinaldinho Cabeção ir comprar um carrinho de presente do Zezinho, enquanto ela fazia um bolo. Aí, fizeram os dois a festa, com parabéns e tudo. Só então, com o bolo na mesa, o Zezinho ficou mais calmo e parou  de chorar e dar escândalo.

Os anos mais felizes de nossas vidas 3 – SP sem violência

8 de abril de 2010

Cidadania e modernidade: A Tropa de Choque de Gestão tornou a polícia mais sensível às demandas sociais.

Mesmo tendo tido a sabedoria de deixar  como sucessor GOLDMAN, o super-herói,  o Mais Preparado dos Brasileiros, o governador Zezinho, não sai do coração dos paulistas. Sôfregos, anseiam pelo primeiro de janeiro, quando o Presidente de Nascença tomará posse do lugar que sempre foi seu. Enquanto aguardam, os filhos de Piratininga lembram-se, nostálgicos, daquele período que foi o mais radioso da história da Pátria Bandeirante.

Desde o afastamento do Mais Competente dos Homens Públicos da direção da Locomotiva do Brasil, os paulistas puseram-se saudosos e comentam entre si: aqueles tempos do governo do Mais Genial dos Homens Públicos foram os anos mais felizes de nossas vidas.

Impedidos pelo gov. Zezinho de praticar delitos, os desesperados bandidos recorrem às suas últimas economias.

Em seus devaneios nostálgicos, os paulistas celebram a vitória do governador Zezinho sobre a crime e a violência. E dizem, em uníssono: o futuro presidente Zezinho fez mais pela segurança pública paulista que todos os seus antecessores juntos, desde João Ramalho.

Entre as muitas ações geniais que fizeram o progressista e esclarecido povo paulista orgulhar-se das ações do Mais Talentoso dos Gestores Públicos, algumas merecem ser cantadas em verso e prosa:

  1. A eliminação do PCC (Primeiro Comando da Capital): logo no início do governo do Maior de Todos os Gerentes, os paulistas deixaram de ouvir o termo PCC nos jornais ou TVs.  Com sua visão de estadista, o Maior dos Gestores Públicos criou uma solução simples para um problema complexo: se não havia competência para acabar com o PCC, bastou deixar de falar nele, usando o eufemismo “uma facção criminosa que atua nos presídios”… Sem gastar um centavo e promovendo a responsabilidade fiscal, o problema foi solucionado.
  2. A retomada do controle sobre as favelas: enquanto o governo do RJ utiliza enormes recursos para ocupar as favelas através das UPPs, em São Paulo o governo do Incriado Presidente preferiu economizar, sempre atento à responsabilidade fiscal: deixou a segurança a cargo de alguns dos próceres da comunidade. Assim, hoje, pode-se entrar em várias grandes favelas de SP livremente, apenas pedindo autorização aos comerciantes informais de artigos importados da Colômbia e Paraguai estabelecidos no local.
  3. Um choque de gestão na segurança pública: práticas modernas de gestão foram empregadas para melhorar a segurança paulista. Buscando desenvolver o empreendedorismo das forças policiais, técnicas revolucionárias foram empregadas na nomeação de cargos para a direção da polícia,  demonstrando um comando firme e de idoneidade acima de qualquer suspeita.

    A Tropa de Choque de Gestão preocupa-se até com a higiene pessoal dos paulistas.

    A Tropa de Choque de Gestão preocupa-se até com a higiene pessoal dos paulistas.

  4. Uma polícia cada vez mais cidadã: um dos resultados do choque de gestão na segurança pública foi a valorização dos direitos dos cidadãos pela polícia paulista e a  aproximação crescente entre policiais e povo, e o respeito pela polícia do direito de livre manifestação. Cada vez mais gentis, os policiais deixaram de ser algozes e passaram a  participar das manifestações, solidários com manifestantes, como no caso dos professores. Cenas pungentes de confraternização e camaradagem comoveram o mundo todo.
  5. A valorização profissional dos policiais: os policiais paulistas competem com os professores para ver quem é melhor remunerado. Esses salários elevadíssimos têm causado inveja aos policiais de outros países. Não é sem motivo que vários policiais têm criado blogs para divulgar o maravilhoso tratamento que o Presidente Perfeito deu à polícia paulista.
  6. A mudança do nome da Polícia Militar: em mais uma decisão genial, o governador Zezinho resolveu mudar o nome da polícia para Força Pública. Segundo especialistas, essa importantíssima e necessária mudança sozinha será capaz de reduzir em cerca de 90% os crimes em São Paulo.

O resultado de tanta competência é uma coleção de excelentes resultados no combate ao crime em São Paulo.  O interior, outrora violento e assustador, hoje voltou a ser pacato como no passado. A capital e as grandes cidades hoje são comparáveis à Islândia e à Antártida em termos de ocorrências criminosas.

Não é sem motivo, portanto, que, ao se lembrar do governo do Melhor dos Gerentes da Coisa Pública,  os paulistas unanimemente afirmam: foram os anos mais felizes de nossas vidas.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre gostou de brincar de polícia. Quando ele era criança, lá na Mooca, no tempo do grupo escolar, ele gostava de ser o xerife na festa junina, aquele que prende as pessoas na cadeia. Ficavam ele, como xerife, mais o Guerino e o Renatinho, que eram os policiais. Só que quando mandavam eles prender algum menino na cadeia, eles iam com uns cassetetes de cabo de vassoura que eles faziam e, antes de prender,  batiam no coitado do moleque…