Com ciúme de Lula, Serra lança candidato a sua sucessão acusado de ser ex-assaltante de banco

Com o habitual ciúme do presidente Luiz da Silva, o Homem Talhado para a Presidência, o governador Zezinho, resolveu também apoiar alguém ligado à luta armada contra a ditadura militar para a sua sucessão. Assim, vem apoiando a candidatura de Aloysio Nunes Ferreira, da ALN, que participou de assaltos a banco com finalidade política na época da ditatura militar.

A equipe de assessoria de comunicação do Pai de Todos os Paulistas rapidamente apressou-se a louvar a genial idéia do Mago da Política Nacional.  O assessor de comunicação, Reinaldinho Cabeção, telefonou para um seu amigo cineasta desempregado que faz uns bicos na televisão para fazerem um filme sobre a heróica participação do acólito do Presidente de Nascença no combate à ditadura.

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A Guerrilheira e o Candidato do Zezinho: revolução em tórridas cenas

O projeto não vingou, no entanto, porque o cineasta exigia, entre um Chicabom e outro, que a atriz Sonia Braga fizesse o papel de guerrilheira ninfomaníca, passando metade do filme seduzindo os camaradas e levando-os à luxúria em sessões de libertação das convenções burguesas embaladas pela leitura do livro vermelho de Mao e diálogos existenciais com um polvo cubano.  O Mais Sensível dos Homens Públicos, no entanto, resolveu abortar o projeto porque poderia haver associações com a ministra Dilma, o que reforçaria a imagem de sua provável concorrente.

Comentário da Tia Carmela: O Zezinho sempre gostou de imitar os outros, desde criança. Tinha um menino na rua, o Luizinho, que todo mundo gostava dele, as professoras, os pais, os vizinhos, o padre Vittorio… O Zezinho vivia tentando imitar o Luizinho em tudo o que ele fazia.  Agora, depois de grande, o Zezinho arrumou outro pra imitar. Imita tudo o que o presidente faz: como o presidente lançou a dona Dilma candidata, o Zezinho também lançou como candidato a governador um ex-assaltante de banco, o dr. Aloysio.

Nota séria: este blog respeita a opção e coragem daqueles que se envolveram na luta armada pela redemocratização do país e compreende sua motivação. Qualquer uso  deste fato do passado na disputa eleitoral presente, como fez o sen. José Agripino e a Folha de S. Paulo, é de uma baixeza sem perdão.

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